Os Lanças Prateadas!

Depois de um tempinho fora por problemas técnicos, voltamos à nossa programação normal… Agora que já definimos o básico do mundo de Alderon e sua mitologia, já podíamos começar a desenhar o grupo de heróis que iriam desbravar os mistérios das Crônicas das Guerras Esquecidas:

Heróis da primeira temporada:

 

Victor Ironhand

Victor

Apesar da pouca idade, o jovem guerreiro humano já é bastante conhecido na região pela sua habilidade e coragem.  Especialista em diversas armas e formas de combate, sempre está pronto para defender os mais fracos, que comparando com ele, é a grande maioria das pessoas.

Conhecido por seu grande coração e temperamento impulsivo, tem fama de jamais recuar e não tem medo de entrar em combates, embora raramente use sua herança de família, a espada bastarda demoníaca que havia sido confiada a seus antepassados. Indestrutível e com lâmina afiada como nenhuma outra, diz a lenda que consequências terríveis aconteceriam se fosse para o combate e  não desse pelo menos um golpe fatal. A ironia de usar um item maligno para fazer o bem sempre divertiu o grande guerreiro.


Voros Weatherson

Voros

O “Filho da Tempestade”, era assim que o jovem druida meio elfo era conhecido. Sempre discreto e  reservado, morava com sua mãe na floresta partida, e apesar de não se incomodar com o apelido, não falava muito sobre sua origem.  Sua mãe, uma bela elfa que o criava sozinho na floresta, costumava dizer que o rapaz havia sido concebido em uma forte tempestade de verão, embora nunca tivesse revelado quem era seu pai.  Sereno e ponderado, era frequentemente chamado da voz da razão pelos seus companheiros.

O jovem fazia parte do círculo de druidas da floresta partida e apesar da pouca idade em comparação com seus pares, foi confiado ao jovem meio-elfo um verdadeiro tesouro: Uma orbe das tempestades, que ele sempre carregava consigo, apesar de não usá-la, por receio do que poderia fazer o grande poder desse artefato.


Wallace Lightbringer

Criado no orfanato da ordem de Kallas em Polandis, no reino de Tarpas, o menino Wallace cresceu muito apegado à sua fé, e como era de se esperar, se identificou com a vida simples e desprendida dos sacerdotes. Sentiu o chamado divino e se tornou um dos iniciados mais novos na ordem do deus do sol, aos cuidados do frei Tordek e do Alto Sacerdote Targos. 

Está sempre disposto a ajudar o próximo sem esperar recompensa, e desde cedo acompanha os aventureiros da região em torno de Polandis. Em sua primeira missão, ao ajudar um famoso mercador da região, ganhou uma cota de malha encantada, tão fina quanto seda, e que lhe permitia alçar pequenos vôos, com asas místicas que podiam ser invocadas três vezes ao dia (sim, estou falando de uma Armadura Celestial!). 


Linda Fairheart

Linda também foi criada no orfanato da ordem de Kallas, daí vem a sua longa amizade com  Wallace Lightbringer. Inseparáveis desde a infância, trilharam o caminho do chamado divino de formas distintas. Conhecida pela, grande compaixão e coragem, é uma guerreira talentosa e determinada.

Assim que foi sagrada cavaleira, ganhou do próprio Alto Sacerdote uma relíquia de posse dos clérigos do templo de Kallas em Polandis: Kallapraen –
“Presença de Kallas” – uma espada bastarda mágica com o poder do próprio sol, forjada ainda na época da Grande Cruzada contra os desmortos, que sempre fora empunhada por um campeão do deus-sol. Tão raros são esses campeões, que fazia 200 anos que ela estava aguardando no templo alguém digno de empunhá-la. 


Keifan, o Rastreador

 Um dos jovens rastreadores mais promissores da região, Keifan é tão habilidoso com o arco que várias vezes perguntaram-lhe se possuía sangue élfico. Esta pergunta sempre arrancava boas risadas do rapaz, que se orgulhava de tal prestígio, muito alto para um humano. 

De temperamento explosivo, várias vezes se meteu em confusões por querer ajudar os outros mas a forma precipitada de agir às vezes atrapalhava  mais do que ajudava. Leal e generoso, sempre pronto para colocar suas cimitarras mágicas, conseguidas na sua primeira caçada contra invasores orcs, em defesa da bondade e justiça.  Inquieto, passa pouco tempo parado no mesmo lugar, e alterna com constância entre a cidade e as florestas, sempre buscando a companhia de amigos. 


Xistus  

Xistus é o sujeito que todos gostam, mas poucos podem contar. O rapaz tem um coração gentil, mente afiada, mas muito distraído. Talvez por conta de sua extensa rede de amizades, talvez por uma habilidade singular de passar despercebido por qualquer lugar, o fato é que Xistus, bem quisto por todos, não cria raízes em lugar algum por muito tempo. Apesar disso, passa muito tempo junto de Keifan, Wallace e Toravin, o quarteto é visto com alguma frequência na taverna Leão Manco, palco das reuniões dos jovens aventureiros, prestes a partir em missões arriscadas, e muitas vezes, gloriosas. 

De fala mansa e olhar determinado, Xistus costuma agir nas sombras para defender seus amigos e o povo de Polandis, demonstrando que por trás da aparência desinteressada, bate um valoroso coração bom. Muito inteligente, Talvez seja o único do grupo que rivalize com Toravin, e apesar da pouca idade, tem muito conhecimento nas mais diversas áreas, tornando-o um companheiro essencial para lidar com as diferentes dificuldades das aventuras dos nossos heróis. 


Toravin 

O jovem, pelo menos para os padrões élficos, mago Toravin já era conhecido em Polandis quando os seus companheiros humanos ainda eram bebês. 

Inteligente, gentil e inventivo, fazia parte de uma das poucas famílias élficas da região, tendo seu clã um parentesco remoto com a mãe de Voros, fato que o fez sempre olhar seu amigo druida como se fosse um irmão mais novo. 

Sempre tirando livros e papéis do seu embornal mágico, onde parecia que havia lugar para tudo, traz consigo sempre boas idéias e conhecimento obscuro que o raríssimo – entre elfos –  dom da curiosidade aguçada lhe deu.  


Thoran

O último a se unir ao grupo dos lanças-prateadas – pelo menos, nesse primeiro ano –  por um acaso do destino, o bárbaro Thoran. Apesar do exterior taciturno, não é difícil encontrá-lo nas tavernas buscando uma boa música, boa bebida e mulheres desinibidas.

Alterna comportamentos heróicos com um hedonismo feroz, nenhum dos seus companheiros consegue entender a mente rebelde do jovem bárbaro.  

Oriundo de uma das tribos além das montanhas ao norte, sua presença é sempre encarada com desconfiança, herança das Guerras Esquecidas, pois desde os tempos da Necrópole, apenas aqueles que fogem de alguma coisa ou aqueles que renegam a civilização vivem naquelas terras inóspitas.

 Às vezes, por não se adaptar totalmente aos costumes das cidades, é  complicado de se lidar,  mas habilidoso no combate e experiente caçador, provou ser um aliado valoroso diversas vezes, exceto para Voros, que nunca confiou totalmente nesse bárbaro.

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